arrábida,

setúbal

Cristo Rei

O

Santuário Nacional de Cristo Rei situa-se a uma altitude de 133 metros acima do nível do Tejo, sendo constituído por um pórtico projetado pelo arquiteto António Lino, com 75 metros de altura, encimado pela estátua do Santíssimo Redentor de braços abertos voltado para a cidade de Lisboa, com 28 metros de altura, obra do escultor português Francisco Franco de Sousa.

O pedestal, incluindo o pórtico, eleva-se a 82 metros de altura. Este monumento é o melhor miradouro com vista para a cidade de Lisboa, oferecendo uma ampla vista sobre a capital e sobre a Ponte 25 de Abril.

 

É uma das mais altas construções de Portugal, com 110 metros de altura.A primeira pedra da construção do monumento foi lançada em 18 de Dezembro de 1949. Foi inaugurado a 17 de Maio de 1959.

Castelo de Palmela

A

primitiva ocupação humana da região remonta à pré-história, particularmente ao período Neolítico, conforme os testemunhos arqueológicos nela abundantes. Alguns estudiosos apontam a data de 310 a.C., para a fundação de um povoado no local da atual Palmela,

fortificado à época da romanização da Península Ibérica, em 106, por um pretor da Lusitânia, de nome Áulio Cornélio (ou Áulio Cornélio Palma, segundo outros). A moderna pesquisa arqueológica comprova, entretanto, que a subsequente ocupação do seu sítio foi ininterrupta, inicialmente por Visigodos e, posteriormente, pelos Muçulmanos, estes últimos responsáveis pela primitiva fortificação, entre o século VIII e o IX, grandemente ampliada entre o século X e o XII.

O castelo medieval: À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, após a conquista de Lisboa (1147) pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185), vieram a cair no mesmo ano Sintra, Almada e Palmela. Na ocasião, as forças muçulmanas que defendiam Palmela, abandonaram-na, indo refugiar-se em Alcácer do Sal. Desse modo, as forças portuguesas apenas se assenhorearam da povoação e seus domínios. As forças muçulmanas, entretanto, logo se reorganizaram, recuperando a margem sul do rio Tejo. Os cristãos reconquistaram Palmela em 1158. Novamente perdida, foi definitivamente conquistada pelo soberano em 24 de Junho de 1165. A partir do ano seguinte foram-lhe empreendidas obras de reforço.

Castelo de Sesimbra

A

primitiva ocupação humana deste trecho litoral remonta à pré-história, condicionada pela existência dos grandes estuários, pela fertilidade das terras e pela riqueza da pesca. Em tempos históricos, a enseada de Sesimbra teria servido de ancoradouro natural para os navegantes do mar Mediterrâneo, Fenícios, Gregos e Cartagineses.

Posteriormente, são testemunhos da Romanização os vestígios arqueológicos de cerâmica, em particular ânforas, moedas e sepulturas, parte desse espólio na área do castelo. Sucessivamente ocupada por Visigodos e por Muçulmanos, estes terão erguido a primitiva fortificação.

 

O castelo medieval: À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, após a conquista de Lisboa (1147) a posse desta região oscilou entre muçulmanos e cristãos. Fracamente guarnecida, a fortificação de Sesimbra foi inicialmente tomada pelas forças de D. Afonso Henriques (1112-1185) em 21 de Fevereiro de 1165, que lhe terão procedido a reparos e reforços nas defesas. A conquista do Castelo de Silves em 1189 pelas forças de D. Sancho I (1185-1211), suscitou uma contraofensiva muçulmana que, resultou não só na perda de Silves como de grande parte da região do Alentejo, até à margem esquerda do rio Tejo. Os habitantes de Sesimbra, alertados pela queda de Alcácer do Sal e debilitados pela peste que então grassava no reino, abandonaram a povoação, que desse modo foi ocupada e arrasada pelas forças do califa almóada Iacube Almançor (1191). D. Sancho I (1185-1211) reapossou-se desta povoação por volta de 1200 com o auxílio de cruzados do Norte da Europa (então genericamente denominados de francos), aos quais ofereceu terras para colonização. Em 15 de Agosto de 1201 o soberano concedeu Carta de Foral à povoação, determinando-lhe a reconstrução do castelo "a partir dos alicerces". Este foral foi confirmado por seu filho e sucessor, Afonso II de Portugal (1211-1223).

Serra da Arrábida

A

serra da Arrábida é uma das mais bonitas áreas protegidas de Portugal. Aqui pode encontrar fantásticas praias desertas, entre o azul do mar e o verde da serra, e vistas deslumbrantes que se estendem por dezenas de quilómetros.

Portinho da Arrábida

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ituada no parque natural da serra da Arrábida, a praia do portinho é uma das mais belas de Portugal. As suas areias brancas e finas e os variados tons de azul das águas límpidas do oceano, contrastam com os tons verdejantes da serra, formando um belíssimo cenário que convida ao repouso e contemplação.

A Reserva Natural do Estuário do Sado tem outros atrativos. Sejam os golfinhos ou pelo facto de ser um local de observação de aves especial, com mais de 250 espécies que se podem avistar. O Moinho de Maré da Mourisca é um dos melhores sítios para o fazer.

  • Galapos

  • Galapinhos

  • Praia dos Coelhos

Cidade de Setúbal

A

cidade de Setúbal está inserida na denominada Costa Azul, é uma importante zona portuária e de comércio. Uma das suas principais atividades é sem dúvida a pesca e cada vez mais vem sendo procurada por turistas, que encontram na cidade e na sua envolvente, excelentes roteiros para descobrir.

Com um centro histórico agradavelmente cuidado, o comércio tradicional ladeia ruas pedonais que nos encaminham para uma simpática avenida, que oferece um enorme e refrescante jardim.
Situada sobre o Rio Sado, a cidade oferece ao visitante o melhor e mais fresco peixe e marisco.
A Serra da Arrábida ou um passeio de barco até à Península de Troia são dois destinos que não pode perder.  

Azeitão

  • Vinícolas (Provas de Vinho)

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